pro centro, os carros
são muitos
passam quase sem se poder ver
nos dias desse rio
os peixes morrem em mãos já quase sem vida
do ônibus as cores
verde, amarelo, vermelho
vermelho,vermelho,vermelho
na rua entre quem perambula um grito
um morto
acontecido conseqüente
pessoas correm , falam
o morto? Que morto!? O trem já vai sair!!!
nos olhos a confusão sobre o que se vê
nas mãos o suor sabe-se lá de quantos
nos pés a vontade desesperada
de desaparecer
na voz o silêncio
conformado, acostumado... (Distante)
É muito menor
Nele não cabem nem as minhas dores
por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito (...)
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que os homens se comunicam).
Outrota escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente..."(C.D.A)
Um comentário:
Esse eu não conhecia, gostei, peguei, e sem sua permissão =D
Postar um comentário