"-ô gato!!!! ó o gato!..."
...que se põe sobre duas patas
e apóia outras duas no pé da mesa;
a olhar com incisiva intensidade o tiragosto alfinetado,
até que, fá-lo quedar-se..
o pedaço de frango à passarinho,
fisgado à palitinho,
pela mão da moça de óculos.
mas não tão certeiro; ou cretinno;
pois a queda é interrompida pelo colo da moça,
que se recupera à petiscar.
e, desconcertado,
sai,
o gato;
mas não desacreditado,
pois investe em outras rodas,
outros círculos, outros copos, outros pratos,
outros papos, mesas, socos, sacos, gostos, gastos;
outros assuntos...
investe,
e vai,
e volta.
e muda de tática.
agora, apenas aprecia;
com seu salpicante e suplicante, mas nunca submisso ou mendicante,
olhar felino.
e não descreditado;
tem a perseverante insistência de caminhante noturno como virtude;
tanto que ao menos se esperar, já ei-lo a mastigar..
- é um gato jovem; ainda há muito o que miar!!!
ah, bichano!..
***
...
a exuberância da diversidade;
enevoada, enebulada,
nublada por fumos etéreos,
ensaborados pelo gosto de quem(s) aprecia e apreende;
e prende,
e solta.
entoados consoante sonantes sonidos lamentosos, melosos.
lembranças lúgubres de copos cheios e meios,
ou meios vazios..
..pelos meios, tidos.
partidos ao serem tomados,
partidos aos seres tomados,
apartados ao serem temidos,
partilhados aos goles arfados,
bebidos e embebidos,
sorvidos por bêbedos sorrisos,
provados e desprovidos de siso,
desprovados a depravados juízos,
lisos, concisos, e à prova de sismos.
guisos precisos;
apavorados, aparvoados,
pela mais nobre certeza de que;
como um gato que enxerga às trevas em lux
e sempre ganha um à mastigar por seu olhar;
uma goabeira de butiquim nunca derriba suas goiabas vermelhas duas vezes no mesmo lugar.
(ou no mesmo copo, seja meio vazio ou ccheio ao meio)
sim sim;
são pedaços descritos d'escritos despedaçados,
desapavorados desprovados e desprovidos de siso..
ahhnn han.. si si,,
beijo,, tchau!
...que se põe sobre duas patas
e apóia outras duas no pé da mesa;
a olhar com incisiva intensidade o tiragosto alfinetado,
até que, fá-lo quedar-se..
o pedaço de frango à passarinho,
fisgado à palitinho,
pela mão da moça de óculos.
mas não tão certeiro; ou cretinno;
pois a queda é interrompida pelo colo da moça,
que se recupera à petiscar.
e, desconcertado,
sai,
o gato;
mas não desacreditado,
pois investe em outras rodas,
outros círculos, outros copos, outros pratos,
outros papos, mesas, socos, sacos, gostos, gastos;
outros assuntos...
investe,
e vai,
e volta.
e muda de tática.
agora, apenas aprecia;
com seu salpicante e suplicante, mas nunca submisso ou mendicante,
olhar felino.
e não descreditado;
tem a perseverante insistência de caminhante noturno como virtude;
tanto que ao menos se esperar, já ei-lo a mastigar..
- é um gato jovem; ainda há muito o que miar!!!
ah, bichano!..
***
...
a exuberância da diversidade;
enevoada, enebulada,
nublada por fumos etéreos,
ensaborados pelo gosto de quem(s) aprecia e apreende;
e prende,
e solta.
entoados consoante sonantes sonidos lamentosos, melosos.
lembranças lúgubres de copos cheios e meios,
ou meios vazios..
..pelos meios, tidos.
partidos ao serem tomados,
partidos aos seres tomados,
apartados ao serem temidos,
partilhados aos goles arfados,
bebidos e embebidos,
sorvidos por bêbedos sorrisos,
provados e desprovidos de siso,
desprovados a depravados juízos,
lisos, concisos, e à prova de sismos.
guisos precisos;
apavorados, aparvoados,
pela mais nobre certeza de que;
como um gato que enxerga às trevas em lux
e sempre ganha um à mastigar por seu olhar;
uma goabeira de butiquim nunca derriba suas goiabas vermelhas duas vezes no mesmo lugar.
(ou no mesmo copo, seja meio vazio ou ccheio ao meio)
sim sim;
são pedaços descritos d'escritos despedaçados,
desapavorados desprovados e desprovidos de siso..
ahhnn han.. si si,,
beijo,, tchau!
Será pelos negros caracóis dos seus cabelos?
Hahahahh
Espiralada inspiração de confortante confiança;
encanto...!
... E que, ela, a alguns, quer transformar;
transcender da ordem espiral ao caos original;
um emaranhado natural, em contraste ao formal...
Agora, também, acrescido de um colorido,
Um, único,
Que, do final da nuca, precipita-se,
e se destaca,
fazendo do pescoço e das costas sua moldura e pano de fundo,
entre os cheiros do todo completo,
do contexto;
pintando um quadro verde,
macio,
lindo de se abraçar!
Será que pelo olhar?
Que é mel,
e incide com doçura expressa até ao piscar.
Será pelo sorriso?
Ora expansivo, ora contido, (ora conciso);
e sempre expressivo! (lindo!)
E eu, agora,
cativo...
Será pela morena?
Pele morena, pêlos morenos;
de cor de pele, pele de cor, de corpo em pêlo, pelo seu corpo, seus contornos, zêlos; pelos entornos;
pelos seus, pelos seios,
pelos anseios de sê-los, não de tê-los...
pelos meios que entorno, e apélo;
pelo apelo que torno e permeio...
pela pilha de palavras impelidas a perambular polidas pelo plácido palácio do palato; que humildemente intenta expressar seu esmero à louvação da divindade!
Será pela timidez com que confessa sua fé?
Como quem comunga um pecado,
e diz que é religiosa,
e receia um pré-conceito,
uma velha opinião formada,
sobretudo...
e, espiritualizada,
sabe de deus,
sua orientação,
tem bom ouvido e presta atenção,
canta feliz a divina canção!
Do coração!
E , espirituosa!
Ao apertar-me, de leve, a face,
manifestando meiguice,
entre o singelo sorriso,
e o rosto,
de luz,
coroado, colorido, luzido;
e o meu, corado,
ao sentir-me querido...
e ao jeito descontraído, extrovertido,
com que descaradamente mente,
e exclama:
“Maaana! Mana, nem te conto... to no trânsito, ainda!...”
sentada à minha frente, num banco de praça, impunemente.
A pousar-me à vida!
Onírica vida...
Será?!...
ser há...
entreouvido pelo coração: “o amor é um exercício diário!”
Hahahahh
Espiralada inspiração de confortante confiança;
encanto...!
... E que, ela, a alguns, quer transformar;
transcender da ordem espiral ao caos original;
um emaranhado natural, em contraste ao formal...
Agora, também, acrescido de um colorido,
Um, único,
Que, do final da nuca, precipita-se,
e se destaca,
fazendo do pescoço e das costas sua moldura e pano de fundo,
entre os cheiros do todo completo,
do contexto;
pintando um quadro verde,
macio,
lindo de se abraçar!
Será que pelo olhar?
Que é mel,
e incide com doçura expressa até ao piscar.
Será pelo sorriso?
Ora expansivo, ora contido, (ora conciso);
e sempre expressivo! (lindo!)
E eu, agora,
cativo...
Será pela morena?
Pele morena, pêlos morenos;
de cor de pele, pele de cor, de corpo em pêlo, pelo seu corpo, seus contornos, zêlos; pelos entornos;
pelos seus, pelos seios,
pelos anseios de sê-los, não de tê-los...
pelos meios que entorno, e apélo;
pelo apelo que torno e permeio...
pela pilha de palavras impelidas a perambular polidas pelo plácido palácio do palato; que humildemente intenta expressar seu esmero à louvação da divindade!
Será pela timidez com que confessa sua fé?
Como quem comunga um pecado,
e diz que é religiosa,
e receia um pré-conceito,
uma velha opinião formada,
sobretudo...
e, espiritualizada,
sabe de deus,
sua orientação,
tem bom ouvido e presta atenção,
canta feliz a divina canção!
Do coração!
E , espirituosa!
Ao apertar-me, de leve, a face,
manifestando meiguice,
entre o singelo sorriso,
e o rosto,
de luz,
coroado, colorido, luzido;
e o meu, corado,
ao sentir-me querido...
e ao jeito descontraído, extrovertido,
com que descaradamente mente,
e exclama:
“Maaana! Mana, nem te conto... to no trânsito, ainda!...”
sentada à minha frente, num banco de praça, impunemente.
A pousar-me à vida!
Onírica vida...
Será?!...
ser há...
entreouvido pelo coração: “o amor é um exercício diário!”
Por besteira ou por destino?
Caminhar é preciso
Solidão é precisamente necessária
Tristeza é precisamente necessária
Felicidade plena em mundo de fome:
Covardia.
Instinto animal que domina
e homem que vai satisfeito com o gozo em dia
e a dor e o prazer que se encerram naquela menina
seu passado que repousa,
numa melodia
seu sorriso estridente,
mesmo na falta do pão de cada dia.
Quem quiser que duvide
da sua incumbência
já bati tambor e raspei cabeça pra minha.
Solidão é precisamente necessária
Tristeza é precisamente necessária
Felicidade plena em mundo de fome:
Covardia.
Instinto animal que domina
e homem que vai satisfeito com o gozo em dia
e a dor e o prazer que se encerram naquela menina
seu passado que repousa,
numa melodia
seu sorriso estridente,
mesmo na falta do pão de cada dia.
Quem quiser que duvide
da sua incumbência
já bati tambor e raspei cabeça pra minha.
O mapa não é o território
Acordei tardepara não ver o dia
queria conversar com a lua
ouvir o que ela me dizia...
Quando entendo
desaprendo
quando esqueço
me lembro.
De tudo que era pra ser
mas não era para acontecer
pois o observador
já definiu todo o conto
antes mesmo do veículo
ter ficado pronto
para tentar acordar
dentro desse outro sonho.
As escolhas
e atalhos
justificam
o caminho:
ora libertário
ora mecânico;
ora sagrado
ora profano.
Tento entender
o espaço
descobrindo
a agenda.
Atrapalho
o plano através
do verbo
e com a caneta.
Alivio minha
solidão num mundo
de animais
rabiscando
num papel
em terceira
pessoa...
Nessa corrida
de ratos
o felino
ainda não voa...
Pegou carona
com o disco voador
disfarçado de cometa
só assim viu
como eram as estrelas
alinhadas com
o planeta.
Com os mistérios
entre os dedos
e o sorriso engasgado
na boca
eu me calo
e finjo que tudo
não passa
de um grande faz de conta.
De olhos bem fechados
recebo algumas
migalhas como ajuda...
agradeço e reclamo
pelo dia da colheita
e o da semeadura.
Nesse mundo
de plástico orgânico
onde os corpos se encontram
e as almas perambulam
busco o centro
da roda
como
rota
de fuga...
queria conversar com a lua
ouvir o que ela me dizia...
Quando entendo
desaprendo
quando esqueço
me lembro.
De tudo que era pra ser
mas não era para acontecer
pois o observador
já definiu todo o conto
antes mesmo do veículo
ter ficado pronto
para tentar acordar
dentro desse outro sonho.
As escolhas
e atalhos
justificam
o caminho:
ora libertário
ora mecânico;
ora sagrado
ora profano.
Tento entender
o espaço
descobrindo
a agenda.
Atrapalho
o plano através
do verbo
e com a caneta.
Alivio minha
solidão num mundo
de animais
rabiscando
num papel
em terceira
pessoa...
Nessa corrida
de ratos
o felino
ainda não voa...
Pegou carona
com o disco voador
disfarçado de cometa
só assim viu
como eram as estrelas
alinhadas com
o planeta.
Com os mistérios
entre os dedos
e o sorriso engasgado
na boca
eu me calo
e finjo que tudo
não passa
de um grande faz de conta.
De olhos bem fechados
recebo algumas
migalhas como ajuda...
agradeço e reclamo
pelo dia da colheita
e o da semeadura.
Nesse mundo
de plástico orgânico
onde os corpos se encontram
e as almas perambulam
busco o centro
da roda
como
rota
de fuga...
Minha alma incendeia
com o fogo de Prometeus
Já matei o Minotauro
na casa de Zeus.
Ágape, Tanátos, Hades e Netuno
deixem eu beber o vinho de Dionísio
Antes que Shiva destrua o Mundo.
com o fogo de Prometeus
Já matei o Minotauro
na casa de Zeus.
Ágape, Tanátos, Hades e Netuno
deixem eu beber o vinho de Dionísio
Antes que Shiva destrua o Mundo.
Dedico esses versos ao meu grande amigo Só Ares Reis, que faz jus ao título.
Me mostrou o Ovo e a Galinha e os Poderes do Mito.
Me mostrou o Ovo e a Galinha e os Poderes do Mito.
No inverno
Impondo minhas idéias sobre a vida, terminei me desligando da realidade.
Tentando a perfeição sem ser humano, acabei pervertendo a própria sensibilidade.
Seguindo somente os meus desejos, acabei desperdiçando minha vida.
Engrandecendo-me, acabei sendo rejeitado.
Acomodando-se por demais, me tornei um ser fragmentado.
Sendo muito dependente dos outros, acabei abandonado.
Vivendo somente para o prazer, me senti frustado e insatisfeito.
Forçando os outros a me amar, acabei sendo odiado.
Dominando os outros para ter o que queria, acabei destruindo tudo.
Nada garante que a lagarta se tranformará numa borboleta.
Como é belo ver a sua luta pela vida.
Tentando a perfeição sem ser humano, acabei pervertendo a própria sensibilidade.
Seguindo somente os meus desejos, acabei desperdiçando minha vida.
Engrandecendo-me, acabei sendo rejeitado.
Acomodando-se por demais, me tornei um ser fragmentado.
Sendo muito dependente dos outros, acabei abandonado.
Vivendo somente para o prazer, me senti frustado e insatisfeito.
Forçando os outros a me amar, acabei sendo odiado.
Dominando os outros para ter o que queria, acabei destruindo tudo.
Nada garante que a lagarta se tranformará numa borboleta.
Como é belo ver a sua luta pela vida.
Um dia você compreende...
A diferença entre estar e ser
A diferença entre acordar e despertar
A diferença entre olhar e ver.
A diferença entre acreditar e perceber
A diferença entre pensar e observar
A diferença entre andar e caminhar
A diferença entre imaginar e mentalizar
A diferença entre evoluir e crescer.
A diferença entre criar e produzir
A diferença entre fazer e agir
A diferença entre vivência e experiência
A diferença entre essência e aparência
A diferença entre ensinar e converter.
A diferença entre tentar e se arriscar.
A diferença entre se relacionar e se entregar.
Eu sei, um dia você compreende.
A diferença entre acordar e despertar
A diferença entre olhar e ver.
A diferença entre acreditar e perceber
A diferença entre pensar e observar
A diferença entre andar e caminhar
A diferença entre imaginar e mentalizar
A diferença entre evoluir e crescer.
A diferença entre criar e produzir
A diferença entre fazer e agir
A diferença entre vivência e experiência
A diferença entre essência e aparência
A diferença entre ensinar e converter.
A diferença entre tentar e se arriscar.
A diferença entre se relacionar e se entregar.
Eu sei, um dia você compreende.
Ser a Si Mesmo
Ser si mesmo é tão difícil justamente
porque é simples demais
para o nosso orgulho-vício
de ser mais
A verdadeira opulência
é uma demência
O orgulho, entulho
Ser si mesmo
é não ser nada
Desfaça-se de si.
Abandone-se
Não tente nada,
nem isso tente.
Quem sabe você deslumbre o que é
E quem sabe não agüente
Conhecer a própria mente
Virar gente
Seja lá o que sinta
Ao tentar, não minta
Remove esse reboco,
raspe toda a tinta
da sua personalidade
Se descobrir um louco
É verdade.
Precisa
Ser louco de valente
Pra encarar a si mesmo de frente
Reconhecer seu tanto de demente
E ainda assim seguir em frente
Vivendo-se
Buscando-se
Transcendendo-se…
Sem Mágoas

Obrigado pelo empurrão
no último abismo
que eu jamais teria coragem
de sozinho me jogar
agora posso ir
e voar
até o limite
onde eu possa imaginar.
No erro
ou no acerto
a essência
está
na verdadeira
vontade
e intenção
Seja na inércia
ou em movimento
sou neutro
porque estou
com o coraçao.
E assim erro
sinto dor e aprendo
vou evoluindo
ao encontrar as raízes
do meu medo.
Vejo a vida
a vivo como quero.
Mesmo que para você
não seja o mais correto.
Para ser livre
é preciso
ter disciplina
como ensina
a canção.
De um extremo ao outro
vou seguindo na contra mão
que a recompensa
seja um verdadeiro abraço
de irmão.
Nas esquinas, praças
ou becos sem saída
só a fé
enxuga
as lágrimas
de quem caiu
da laje
lá de cima.
Entendi que o tombo
era pra entender
o outro lado
da vida.
Por que o sapo só pula quando ele precisa.
Aos ratos engravatados
Vejo as flores que brotam num rio sugis-mundo, as flores são belas o rio é imundo, e daí?!
Os bichos rastejantes passam e não prestam atenção, flores não emocionam ratos engravatados.Entram em nossa comunidade exaltando o que temos de pior, prometendo uma vida melhor, mas a beleza das flores não conseguem enxergar. Exploram nossas misérias criando centros sociais, método de lavagem cerebral.
O povo, sem outra opção, famintos imediatistas se agarra a migalha, iludidos com proteção.
Criam uma história de cinderela, igualando-se a nós; já foram vendedores de balas, ajudantes de pedreiro, catadores de papel, todas as profissões consideras baixas incluem em seu passado.
Famintos de nossa ignorância nos querem escravos, maldito seja os ratos engravatados, que vêm para nos enganar, não enxergam flores só dores.
Estamos com fome de saber das verdades escondidas, as mentiras que chegam até nossos ouvidos já são sabidas, querem nossos votos e depois vão embora, nos deixando a falsa esperança de uma próxima eleição.
Os bichos rastejantes passam e não prestam atenção, flores não emocionam ratos engravatados.Entram em nossa comunidade exaltando o que temos de pior, prometendo uma vida melhor, mas a beleza das flores não conseguem enxergar. Exploram nossas misérias criando centros sociais, método de lavagem cerebral.
O povo, sem outra opção, famintos imediatistas se agarra a migalha, iludidos com proteção.
Criam uma história de cinderela, igualando-se a nós; já foram vendedores de balas, ajudantes de pedreiro, catadores de papel, todas as profissões consideras baixas incluem em seu passado.
Famintos de nossa ignorância nos querem escravos, maldito seja os ratos engravatados, que vêm para nos enganar, não enxergam flores só dores.
Estamos com fome de saber das verdades escondidas, as mentiras que chegam até nossos ouvidos já são sabidas, querem nossos votos e depois vão embora, nos deixando a falsa esperança de uma próxima eleição.
Satori
Caminhando no meio,
devagar e lento,
atento espreito.
No silêncio do intento,
num cubo estreito,
entendo cada detalhe e
seu momento.
Observo a mim mesmo,
descubro todo eu mecânico
sua preguiça e o medo.
Recapitulando o que se perdeu,
quando a atenção estava errada,
tudo é vaidade,
rápido passa o tempo,
o vento passa...
Sou filho do ar,
do fogo,
da água
e da terra.
Morto e renascido
7 vezes,
acorda
o guerreiro
para guerra!
devagar e lento,
atento espreito.
No silêncio do intento,
num cubo estreito,
entendo cada detalhe e
seu momento.
Observo a mim mesmo,
descubro todo eu mecânico
sua preguiça e o medo.
Recapitulando o que se perdeu,
quando a atenção estava errada,
tudo é vaidade,
rápido passa o tempo,
o vento passa...
Sou filho do ar,
do fogo,
da água
e da terra.
Morto e renascido
7 vezes,
acorda
o guerreiro
para guerra!
Descobri que sou um anjo, além disso tenho 5 inimigos...
Mas com todo respeito:
Quente ou frio, por que morno eu vomito...
Mas com todo respeito:
Quente ou frio, por que morno eu vomito...
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