Do povo, torto, sai um morto... esse morto, torto, talvez fosse vencedor. Com certeza nos pés e indignação nos braços ele cai...já apanhou muito, já perdeu muito. A força dos olhos se perdeu na terra seca e no tronco pobre que se envolveu de mais na malandragem de se tentar viver, sobreviver.
Quizumba!
Sororó!
Pirepaque!
Ziriguidum!
Melaço!
Dostoiévski!
Gigamonstro!
Paulatinamente!
Esfuziante!
...fluxo inconstante de palavras engraçadas e soltas no tempo... (Distante)
***"Ouço um novo canto,
qua sai da boca,
de todas as raças,
com infinidade de ritmos...
canto que faz dançar,
todos os corpos
de formas,
e coloridos diferentes...
canto que faz vibrar,
todas as almas,
de crenças,
e idealismos desiguais...
é o canto da liberdade
que está penetrando,
em todos os ouvidos..." (S.T)
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