Um poema
feito assim
sem porque, só,
por mim
É foguete
desembainhado
anel de fogo
troféu quebrado
Nos versos
eu me embalo
desisto da vida
e nas rimas me embolo.
Posso amar
sem sentir dor
e sentir dor
sem me abater
... (Distante)
***"Em meu ofício ou arte taciturnal
exercido na noite silenciosa
quando somente a lua se enfurece
trabalho junto à luz que canta
não por pompa ou tráfico de encantos
nos palcos de marfim
mas pelo mínimo salário
do seu mais secreto coração" (D.T e I. J)
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2 comentários:
Ah, Alzira, como é bela sua rima!
essa quano-quando, nao sei nao...
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