
Era uma criatura. Que revoltou se contra o criador.
Com sonhos, acordou. E com a realidade se chocou.
Sua máquina resetou, formatou, e re configurou.
Devolveu o troco, do predador se libertou. Não adiantou. Voltou.
E aos outros se conectou. Transferiu, imprimou, baixou.
Expandiu, upgrade...
Pifou. Voou.
Tv Al Jazzera:
Borboletas se equilibram no espaço.
Um muro velho em minha face.
Uma cadeira flutuando em espiral.
Flores em minha camisa numa tarde do bairro.
E enquanto caminho pelas ruas da cidade,
lembro que uma sobremesa me espera em casa.
Borboletas se equilibram no espaço.
Um muro velho em minha face.
Uma cadeira flutuando em espiral.
Flores em minha camisa numa tarde do bairro.
E enquanto caminho pelas ruas da cidade,
lembro que uma sobremesa me espera em casa.
Um comentário:
Bom! Tem um quê de Mary Shelley e seu Frankenstein. Pena que o personagem clássico não teve chance de se expandir, fazer upgrade.
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